Pintando Nossas Quebradas

Ribamar Oliveira • 24 de junho de 2022

A atividade ocorrida contou com a participação de 67 pessoas

Diálogo: direito da criança e do adolescente

Direitos e deveres


Exposição;

Jane Nascimento- Assiste Social


Equipe de trabalho:

Francisca Vaz- coordenação/ psicopedagoga

Elias - Manutenções

Ribamar Oliveira- educador popular

Joel- oficina de futebol

Sabrina - oficina de futebol

 

Síntese: Ribamar Oliveira


Na atual conjuntura econômica e política, por qual passa o País, onde impera o descompromisso do governo brasileiro com os direitos humanos a perda de direitos, a falta de trabalho e pão para as famílias pobres, o expressivo aumento da cultura de violência, necessitamos fortalecer as lutas populares e "avançar para águas mais profundas” no enfrentamento a estética da opressão que ameaça o futuro das nossas crianças, adolescentes e jovens que habitam as periferias da área onde atuamos; é urgente transformar as artimanhas que escravizam, mutilam, e impõem modos de enxergar a vida dos mais pobres.


Assim, para fortalecer a luta de compromisso com a vida, a manutenção dos direitos da criança e do adolescente; realizamos hoje, dia 23 de junho de 2022, a terceira atividade relacionada ao plano de ação Pintando Nossas Quebradas. A atividade ocorrida contou com a participação de 67 pessoas, entre crianças, adolescentes e educadores do Centro de Formação Awa’ré, nos turnos matutino e vespertino.


O plano de ação Pintando Nossas Quebradas tem como objetivo: Promover atividade artística, cultural e formativa, pintando nossas quebradas, com a narrativa e expressão da defesa de direitos da criança e do adolescente, para fortalecer os vínculos pedagógicos e construtivos com as crianças, adolescentes, família e comunidade atendidas na desconstrução da cultura de violência, pela via informativa, com aplicação de pintura no muro externo da quadra desportiva do Centro de Formação.


Desta forma, seguindo o plano metodológico, a oficina, palestra expositiva de hoje contou com a valorosa contribuição da Assistente Social, projeto de Abordagem Social – MCVE, Antônia Jane, que envolveu os participantes com seu carisma numa rica dinâmica de exposição sobre os direitos da criança e do adolescente. Também teve a boa contribuição da oficineira de violão, educadora Sabrina, que fez dinâmicas de motivação com as crianças, adolescentes das duas oficinas, violão e futebol.


Na avaliação destacamos a importância desse momento como sendo mais um passo dado na construção da cultura de paz e no fortalecimento de uma educação formadora de opinião sobre os deveres do Estado, direitos das crianças e adolescentes.



Nosso compromisso será o de manter processos de formação que impliquem em:


Educar para o diálogo e fortalecimento dos atuais sujeitos, crianças, adolescentes, jovens e família, visando assim o surgimento de novos atores e atrizes com consciência crítica

Ajudar a família e o adolescente a redescobrir o propósito da vida; repensar metas e empreender soluções

Da nossa parte, como agentes do MCV, cabe viabilizar elementos educativos que visem atuar no campo do protagonismo pessoal e coletivo, como:


Trabalhar com a cooperação e integração dos envolvido (as) na atividade, isto desde a organização do espaço;



Centro de Formação Awa’ré


Ribamar Oliveira

Educador popular/ Awa’ré- MCVE.The body content of your post goes here. To edit this text, click on it and delete this default text and start typing your own or paste your own from a different source.

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